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Apenas um detalhe...

“No fim, dar-te-ás conta de que o mínimo detalhe é sempre o mais importante!”

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Apenas um detalhe...

19
Set17

Persona non grata


Carlos

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Faz hoje precisamente três meses que arranjei trabalho, após um desemprego de meio ano, através de uma agência de trabalho temporário! 
Na verdade, fugia deste tipo de agências, mas como encontrei um anúncio que iria de encontro ao que eu queria para o meu futuro e tendo em conta que vinha da área, resolvi arriscar e estou como administrativo de back office em substituição de uma baixa médica que se tem prolongado!
Desde o ínicio que sei, virei embora assim que o colega regressar, apesar de uma vez ou outra me terem dado esperanças de poder ficar...
Assim que entrei na empresa a formação que me foi dada, deixou muito a desejar e perante um serviço minucioso e de responsabilidade acho que deveriam ser mais exigentes no que toca a formar as pessoas. Encontrei uma chefe que não reúne consenso no interior do gabinete, e que, nota-se perfeitamente tem preferências entre os colegas!
Mas voltando à formação, as primeiras três semanas senti-me um joguete na mão dos colegas e da chefe que à vez me iam explicando as coisas. Primeiro os processos mais fáceis e só depois me ensinariam os mais complicados. Não produzi em condições durante mais de um mês.
Ainda hoje, estou a aprender e a ajustar o trabalho, até porque surgem sempre noções novas que tenho de aplicar e que já deveriam ter sido aplicadas no inicio! Isto deve-se a não me terem ensinado tudo conforme assim que entrei,
Por estes dias, foi destacada apenas uma colega para me dar formação, ou seja, para tirar as dúvidas quando as tiver! Ora até aqui tudo bem, não fosse ela a "persona non grata" do gabinete! Para além de ser a preferida da chefe, é preterida por todos os colegas que não gostam do ar de arrogância com que dia após dia nos enfrenta. Eu próprio já percebi, na pele, que não é uma pessoa fácil no trato e que tenho de aprender a desvalorizá-la para não ter que responder mediante a forma como fala para mim.
Não é assim que se formam as pessoas e pior, não é assim que se tratam os funcionários.
Relativamente à função, com o actualizar das informações,sim, porque todos os dias há algo novo que não estava a ser feito e que a partir de agora terei de fazer, sinto que cada vez percebo menos!
Foi a primeira vez que me vi desempregado, por isso, arrisquei ao fim de seis meses, mas acho que deveria ter esperado mais um pouco a ver se encontrava algo melhor!
Eu é que preciso de trabalhar, é verdade. Mas não estou feliz!
Sinto-me preso e a sufocar.

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